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Pequena história da Palme

No final de 1954, por iniciativa de Robert Favre Le Bret, o então Director Geral, o Conselho de administração do Festival que convida diversos joalheiros a apresentarem projectos de palma, numa alusão às armas da cidade de Cannes.
Em 1955, a primeira Palme d'or da história do Festival é atribuída a Delbert Mann pelo seu filme Marty.
De 1964 a 1974, o troféu é substituído temporariamente pelo Grand prix.
Ele é entregue num estojo de marroquim vermelho puro couro, forrado de couro aveludado branco.

Em 1997, a palma é modernizada por Caroline Scheufele, presidente da joalharia suíça Chopard que fornece o troféu gratuitamente todos os anos. A Palma, em ouro de 24 quilates, é moldada à mão numa forma de cera, depois fixada sobre uma almofada de cristal esculpido e único. Ela é apresentada actualmente num estojo de marroquim azul.
Por ocasião do quinquagésimo aniversário do Festival, em 1997, uma "Palme des Palmes" é atribuída a Ingmar Bergman e entregue na sua ausência à sua filha, Linn Ulmann, em presença de vinte e oito outros detentores do troféu.






















